Entrega porta-a-porta, abastecimentos centralizados e coordenação com autarquias e forças de segurança marcam a resposta logística da insígnia às comunidades mais afetadas pela intempérie Kristin.
O Pingo Doce colocou em marcha uma operação de logística humanitária na região Centro para apoiar as populações afetadas pela depressão Kristin, envolvendo a doação de mais de 200 mil produtos alimentares e de higiene e a implementação de um plano operacional de entregas porta-a-porta a idosos isolados e famílias vulneráveis.
Desde 31 de janeiro, a insígnia tem atuado no terreno em estreita articulação com as Câmaras Municipais de Leiria, Marinha Grande, Ourém e Soure, assegurando um plano de abastecimentos centralizados, já em curso e com continuidade faseada nos próximos dias. Até ao momento, ftinham já sido entregues cerca de 60 mil produtos de primeira necessidade, incluindo bens alimentares, produtos de higiene pessoal, artigos para bebés e idosos, bem como alimentação para animais de companhia.
Paralelamente, e ao abrigo do protocolo de colaboração com a GNR, o Pingo Doce está a assegurar a entrega direta de cabazes a centenas de idosos em situação de solidão e isolamento, em concelhos como Leiria, Pombal, Caldas da Rainha, Ourém, Ferreira do Zêzere e Tomar. Esta operação envolve cerca de 18 mil produtos, distribuídos porta-a-porta por equipas locais da GNR e da empresa.
Os cabazes incluem bens perecíveis e não perecíveis — como sopa e refeições prontas confecionadas nas cozinhas do Pingo Doce, fruta, pão, água, leite, manteiga, bolachas e chá — bem como produtos de higiene e cuidado pessoal, ajustados à composição de cada agregado familiar.
A operação é complementada por parcerias com entidades do terreno, nomeadamente a Cáritas de Leiria e a Associação Partilha Constante, que apoiam a identificação das famílias com maiores dificuldades de mobilidade ou acesso aos pontos de distribuição definidos pelas autarquias.
Segundo a empresa, a entrega porta-a-porta revela-se essencial nesta fase, permitindo ultrapassar constrangimentos logísticos associados a acessos condicionados, danos em habitações e isolamento social agravado, garantindo que o apoio chega de forma segura, rápida e digna a quem mais precisa.
Esta operação evidencia o papel da logística enquanto elemento estruturante da resposta humanitária, combinando planeamento, coordenação institucional, gestão de stocks, preparação de refeições e execução do último quilómetro em contexto de crise.



