É no stand coletivo de Portugal que 15 empresas portuguesas irão participar na IZB – International Suppliers Fair, uma feira europeia dedicada aos fornecedores da indústria automóvel, que decorrerá em Wolfsburgo, na Alemanha, de 27 a 29 de outubro.
A participação portuguesa, promovida pela Associação Empresarial de Portugal (AEP) e pela Associação de Fabricantes para a Indústria Automóvel (AFIA), visa encontrar novas oportunidades de negócio, reforçar a internacionalização das empresas portuguesas e valorizar as competências da indústria nacional junto de agentes internacionais do setor automóvel.
As 15 empresas portuguesas representam diferentes áreas da cadeia de fornecimento automóvel, como a fabricação de componentes metálicos e plásticos, moldes, peças de precisão, tratamos de superfície e soluções para o interior dos veículos.
Luís Miguel Ribeiro, presidente do conselho de administração da AEP, refere que a internacionalização é “determinante” para a competitividade das empresas portuguesas. “A presença na IZB permite aproximar os nossos fabricantes dos principais decisores internacionais, criar contactos comerciais e posicionar as competências nacionais num mercado altamente exigente e competitivo”, acrescenta.
A feira apresenta produtos, tecnologias e soluções relacionadas com as áreas de mobilidade elétrica, conectividade, sustentabilidade e produção 4.0, e consiste numa plataforma de contacto entre fornecedores, fabricantes automóveis, responsáveis de compras e outros decisores internacionais.
Esta é a quinta participação da AEP na feira, que tem como objetivo promover as empresas portuguesas no mercado alemão e aproxima-las de intervenientes internacionais da indústria automóvel.
“Num setor em que as cadeias de fornecimento estão em permanente evolução, as empresas portuguesas precisam de reforçar a sua presença nos mercados internacionais e de estar próximas dos clientes e dos centros de decisão. É esse acesso que procuramos facilitar, criando condições para que as competências da indústria nacional se traduzam em novas oportunidades comerciais”, sublinha Luís Miguel Ribeiro.


