Entre janeiro e agosto de 2026, as exportações dos países de língua portuguesa aumentaram 22,1%, que representa 94,3 mil milhões de euros.

O Brasil foi o país impulsionador desta dinâmica, sendo o principal fornecedor lusófono do mercado chinês. As exportações brasileiras subiram 25,1%, estabelecendo um novo máximo para o período.

Angola aumentou as vendas para a China em 10,2 mil milhões de euros, representando 9,85, e Portugal alcançou um crescimento mais moderado, de 1,1%.

Entre os restantes países destacam-se a Guiné Equatorial, com um aumento de 24,2%, e Timor-Leste, cujas exportações passaram de 39,100 euros para 1,98 milhões de euros. As vendas de Cabo Verde mais do que duplicaram.

Contrariamente, Moçambique registou um recuo de 19,3% nas exportações para a China, bem como São Tomé e Príncipe, alcançado uma queda de 89,5% face ao período homólogo.

No que diz respeito às importações dos países lusófonos provenientes da China aumentaram 21,3%.

O Brasil foi o principal comprador, registando mais 22,4% do que no mesmo período em 2025. Já Portugal importou mercadorias da China no valor de 4,91 mil milhões de euros, num aumento de 21,1%.

No total, as trocas comerciais entre a China e os países de língua portuguesa atingiram 175,7 mil milhões de dólares, mais 21,8% do que no ano anterior. O bloco lusófono registou um excedente comercial de 32 mil milhões de euros.