A entrada em funcionamento de um novo armazém alfandegado na Maia marcou o início de uma nova etapa para a Robert Kukla Portugal. Desde o final de 2025, a empresa tem vindo a reforçar progressivamente a sua estrutura no Norte do país, numa estratégia que combina investimento em capacidade logística, uma nova liderança para a delegação do Porto e o crescimento das equipas operacional e comercial.
O reforço acontece num momento particularmente exigente para a atividade transitária, cada vez mais condicionada pela instabilidade dos fluxos internacionais, pela complexidade dos procedimentos aduaneiros e pela necessidade de coordenar transporte, armazenagem, documentação e distribuição de forma integrada.
É neste contexto que a proximidade a zonas industriais e exportadoras, a capacidade de armazenagem sob controlo aduaneiro e o conhecimento especializado dos procedimentos associados ao comércio internacional assumem um peso crescente na diferenciação dos operadores.
O primeiro passo da estratégia da Robert Kukla Portugal foi dado no final de 2025, com o início da atividade do novo armazém alfandegado na Maia. A infraestrutura veio aumentar a capacidade de resposta da empresa às necessidades dos clientes nacionais e internacionais e reforçar a sua presença numa região com uma forte concentração de empresas industriais e exportadoras.
Segundo a empresa, o investimento permite oferecer “soluções logísticas mais eficientes, flexíveis e ajustadas às exigências do comércio global”, acrescentando capacidade para apoiar a gestão de mercadorias sujeitas a procedimentos aduaneiros.
Mais do que aumentar a área disponível para armazenamento, a nova infraestrutura procura dar à empresa maior controlo e flexibilidade na gestão dos fluxos logísticos, aproximando diferentes etapas da operação e reduzindo a dependência de intervenientes externos.
Esta integração de serviços acompanha a própria evolução da atividade transitária. O papel destas empresas já não se limita à contratação do transporte: inclui a planificação das operações internacionais, o acompanhamento documental e aduaneiro, a articulação entre diferentes modos de transporte e a prestação de serviços logísticos complementares.
Com o armazém em funcionamento, a Robert Kukla Portugal avançou para a segunda etapa da estratégia: o reforço da equipa na região Norte.
Em abril de 2026, Bernardo Guinea assumiu as funções de Branch Manager, ficando responsável pela consolidação da operação existente, pelo crescimento da atividade e pelo desenvolvimento de novos verticais de negócio. Com experiência no setor da logística e do transporte, o novo responsável tem como missão aprofundar a presença da empresa no Norte e contribuir para a diversificação da oferta.
O reforço prosseguiu em junho com a contratação de dois profissionais para áreas consideradas fundamentais para sustentar o crescimento da operação.
Raquel Azevedo integrou a equipa operacional, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento dos processos internos e reforçar a eficiência da atividade. Filipe Antolin Teixeira juntou-se à área comercial, ficando encarregado de apoiar a angariação de novos negócios e aprofundar a proximidade com os clientes.
A sequência adotada pela empresa, primeiro a infraestrutura, depois a liderança e, por fim, o reforço das equipas, revela uma estratégia de crescimento encadeada, procurando assegurar que o aumento da capacidade física é acompanhado pelos recursos humanos e comerciais necessários para desenvolver a operação.
“As novas incorporações refletem o compromisso da Robert Kukla Portugal em investir no talento e na inovação”, refere a empresa, que pretende construir uma estrutura mais preparada para responder às necessidades dos clientes e às transformações do mercado.
Com o novo armazém alfandegado na Maia e o reforço da delegação do Porto, a empresa procura agora consolidar a sua posição numa região determinante para o comércio externo português e criar condições para alargar a carteira de serviços disponibilizados aos clientes.
Num setor em que a capacidade de gerir a complexidade se tornou tão importante como o transporte propriamente dito, a aposta em infraestrutura aduaneira, conhecimento especializado e proximidade comercial traduz a evolução do transitário de intermediário de transporte para parceiro logístico.


