A Amazon abriu o seu primeiro centro global de armazenagem e distribuição em Shenzhen, na China, a pensar nos fabricantes que visam clientes nos Estados Unidos. O gigante do e-commerce justifica a decisão, argumentando que as empresas locais vão conseguir reduzir os custos até 45%.

Desta forma, responde à crescente concorrência de empresas chinesas como a Shein e a Temu, bem como da TikTok Shop, que vêm a ganhar quota de mercado nos últimos anos com envios diretos dos produtores na China.

A plataforma foi desenhada para gerir todos os processos logísticos desde que os produtos saem das fábricas chinesas até que chegam aos armazéns da Amazon nos Estados Unidos, incluindo armazenamento local, trâmites alfandegários, transporte e gestão de inventário. Até agora, estas etapas eram assumidas pelos próprios vendedores.

A Amazon anunciou, entretanto, que pretende oferecer serviços semelhantes aos industriais de Yangtze (China), bem como expandir a distribuição para a Europa e o Japão.