Hoje, na China, tornou-se tão fácil e rápido fazer as compras para a casa como pedir uma pizza. Graças a inovações como os supermercados Hema, da Alibaba, basta as pessoas fazerem as suas encomendas online e em meia hora terão um estafeta à sua porta para lhes entregar os seus pedidos. Também as entregas de comida, através de empresas como a Meituan ou a também detida pela Alibaba, Ele.me, que já eram populares entre os cidadãos antes do aparecimento da Glovo ou da Deliveroo.

Se a distribuição urbana já é hoje um tema de debate, na China, país com maior população a nível mundial, esta atinge novas escalas, e as ruas são inundadas por veículos de distribuição que vão desde camiões e carrinhas a bicicletas eléctricas. O modelo chinês consegue chegar ao ponto de distribuir café até à residência dos clientes.

Este excesso de oferta, e os resultados negativos de muitos aventureiros nestes mercados têm assustado grandes multinacionais como a Amazon, especialmente por ser um modelo de negócio muito incerto e que levanta diversas questões relacionadas com a rentabilidade.

Também distante do nosso modelo do Ocidente, encontram-se lojas de todo o tipo e dimensão a vender online, e não é uma exclusividade das grandes cidades, como é exemplo a Cainiao (propriedade da Alibaba), que agora chega a 40.000 aldeias.

O modelo de distribuição chinês fez com que também no Oriente disparasse a procura por armazéns, tendo já atingido os 50 milhões de metros quadrados, e consequentemente os seus preços. Tem havido também uma grande aposta na automação dos armazéns, e espera-se que aumente substancialmente com a entrada do 5G.

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