Tendo fechado o ano de 2018 com chave de ouro, a Torrestir prevê investir, em 2019, 45 milhões de euros para melhorar os seus serviços e expandir as suas bases logísticas.

Este valor visa cobrir a construção de uma nova sede em Braga e novos armazéns, a implementação de um novo software de gestão e a renovação da frota.

10 milhões de euros é o valor que será investido na nova sede, localizada em Braga. Deterá uma área de 100 mil metros quadrados em que, parte desse espaço será para armazém, zona de escritórios e oficinas. Sete mil metros quadrados serão destinados ao cross-docking e 20 mil a serviços de logística.

De acordo com o operador logístico, o novo sistema de gestão, que implicará 1,2 milhões de euros, será “desenvolvido à medida das necessidades do grupo e visa automatizar os processos da distribuição e disponibilizar mais informação aos clientes”.

Este plano de investimentos avançado pela Torrestir inclui ainda a renovação frota: 16 milhões de euros. Este ano já adquiriu 90 tractores (45 da marca DAF e outros 45 da marca Renault), 111 Iveco Daily de 3500 kg, e 80 camiões pesados de 14 toneladas.

No entanto, as novidades não ficam por aqui. A Torrestir irá, também, abrir um novo armazém no MARL, em Lisboa, com três mil metros quadrados, destinado à distribuição de produtos farmacêuticos, e cinco mil metros quadrados à logística de frio, num investimento de cinco milhões de euros.

Para a Torrespharma, distribuição de medicamentos, de salientar também a aposta em 50 semi-reboques de frio (temperatura controlada), totalizando cinco milhões de euros.

O Grupo Torrestir facturou 200 milhões de euros em 2018, mantendo sempre o “enfoque na sua frota, tecnologias e abertura de novas plataformas”, como é o caso do centro logístico de Matosinhos, como adianta a empresa.

“As nossas plataformas estão estrategicamente posicionadas para servir de base à logística e à distribuição porta a porta e proporcionar um fácil acesso aos nossos clientes, para além de disponibilizarem excelentes condições para a logística integrada: armazenagem, manuseamento, picking, preparação da encomenda e distribuição”, explica Fernando Torres, CEO do prestador de serviços logísticos.

É de salientar que o grupo bracarense terminou o ano de 2018 com 14 plataformas de cross-docking, dois armazéns de logística integrada e 1.634 veículos próprios.

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