Em Portugal, os mercados abastecedores têm vindo a registar uma evolução no que diz respeito aos sectores e empresas que albergam, assim como nos serviços que disponibilizam e, na logística moderna, desempenham cada vez mais a função de centros logísticos. Rui Paulo Figueiredo, Presidente da SIMAB fala-nos dos “Comos” e dos “Porquês” desta evolução.

Os desafios crescentes do mercado, a concorrência, a necessidade de plataformas capazes de responder de forma eficaz e eficiente a nichos de mercado ou ao aumento dos volumes de exportação têm em boa medida norteado esta alteração de paradigma dos mercados abastecedores geridos pelo Grupo SIMAB (MARL, MARB, MARÉ E MARF).

Esta organização, gerida através de financiamentos públicos, possui ainda serviços integrados para a construção, reconversão e requalificação de mercados abastecedores e municipais, que começa na elaboração de estudos de mercados, projectos de arquitectura e especialidades, branding, planos de marketing e de comunicação, e apoio à gestão e formação. Desta forma, o SIMAB obtém uma visão completa da realidade de um grande mercado abastecedor até ao mais pequeno mercado municipal, bem como as suas necessidades e vantagens, como explica Rui Paulo Figueiredo, Presidente do Grupo SIMAB, em declarações à Supply Chain Magazine.

Tendo em conta que o SIMAB existe há 25 anos, e os mercados abastecedores há 20, “(…) temos assistido à evolução dos sectores aqui instalados, aos novos que surgiram, à evolução das necessidades, à inovação no posicionamento face à realidade e ao empreendedorismo no investimento nas infra-estruturas, na capacitação e na valorização dos recursos”.

Actualmente, existe uma nova realidade em torno dos mercados abastecedores, uma vez que começam a assumir-se, cada vez mais, como centros logísticos. De acordo com o Presidente do Grupo SIMAB, em 2016, 25% dos seus clientes já operavam nesta área devido às novas necessidades de adaptação e posicionamento das empresas, aos desafios crescentes do mercado, à concorrência e à necessidade de inovadoras plataformas para dar uma resposta eficiente e eficaz destinada a novos nichos de mercado.

Este processo resulta do aumento das exportações que impulsionam a que, empresas como a SIMAB, se desenvolvam e reposicionem face a estas alterações “de que forma? Constituindo-se com um conjunto de serviços adaptados a essas realidades, para que cada empresa e cada operador, possam preocupar-se apenas com o sucesso do seu negócio”, explica o responsável do SIMAB.

O SIMAB consegue fazer a gestão destas plataformas através de um conjunto de serviços indispensáveis, entre eles sistemas de segurança 24 horas por dia e sete dias por semana, serviços de limpeza e recolha de resíduos, manutenção, restauração e parqueamento para viaturas ligeiras e pesadas, cais de acostagem, preparação para instalação de frios, lojas de atendimento e serviços integrados de telecomunicações e de eficiência energética.

As últimas apostas da empresa passam pela abertura da SIMAB Academy, em que se pretende reforçar a capacitação dos seus recursos humanos, bem como das entidades e operadores instalados nos mercados abastecedores, e a SIMAB LAB, que será uma ferramenta medidora de tendências, preços e frequências para tornar actual a informação sobre o que se passa nestes mercados.

O objectivo da SIMAB passa por “criar valor para as empresas com quem trabalhamos e para as regiões onde estamos. E, ao mesmo tempo, contribuir parar o crescimento económico do nosso país”, sublinha o Presidente da organização.

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