A empresa bilionária norte-americana de Tim Cook não está a vender tantos iPhones quanto esperava, tendo sofrido uma grande quebra, especialmente na China. Entre as razões principais encontram-se problemas no fornecimento de peças para o fabrico dos smartphones da maçã, devido ao lançamento de vários produtos em simultâneo.

O CEO da empresa enviou uma carta aos investidores em que referia a possível quebra que as receitas poderão registar no primeiro trimestre do ano, justificando este resultado com a baixa procura pelos novos modelos de iPhone. No caso da China, Cook explica que as vendas se encontram abaixo do esperado, e que este não é o único mercado em que os clientes não se encontram a actualizar as suas versões de iPhone.

Não apenas os problemas no abastecimento foram as razões apresentadas por Tim Cook, mas também a desvalorização do dólar, a data de lançamento dos iPhones XS e XS Max ou fragilidades económicas de alguns mercados.

Deste modo, a Apple reviu as estimativas para o primeiro trimestre de 2019, tendo baixado o previsto em 9 mil milhões de dólares. Após o anúncio, as acções da empresa baixaram de valor em 10% em apenas algumas horas. A empresa mais valiosa do mundo também já decidira tornar-se menos transparente, passando a não relevar o número de produtos vendidos.

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