A abordagem da Aon no que concerne à gestão de riscos da cadeia de distribuição (Supply Chain) considera uma amplitude significativa de riscos que podem impactar negativamente as operações comerciais dos nossos clientes, alguns dos quais comuns a todas as indústrias e outros muito específicos para segmentos específicos como é o caso da Indústria Automóvel.

A ajuda na condução de processos mais eficientes, com a triagem das necessidades específicas da cadeia de valor de cada empresa, e da disponibilização de equipas de especialistas que possam desenvolver soluções específicas da indústria que vão desde a identificação e quantificação de riscos, programas de financiamento do risco até ao estabelecimento de estratégias de resolução de sinistros, é fundamental para o atingimento dos objetivos traçados e proteção do respetivo balanço.

As cadeias de valor, nos dias de hoje, devem ser mais eficientes e mais flexíveis do que nunca. Assegurar que os materiais e bens cheguem no ponto certo no momento certo, é fulcral. As cadeias de abastecimento são cada vez mais longas e complexas, aumentando o risco de falhas ou interrupções em qualquer ponto.

A abordagem da Aon, no que concerne à gestão de riscos da cadeia de abastecimento, foi desenvolvida para garantir e atender a estes desafios e muito mais.

Questões-chave que afetam as cadeias de abastecimento

Resultantes dos “Surveys” setoriais da Aon, os nossos clientes identificaram como problemas da cadeia de abastecimento que afetam as operações da sua organização, os seguintes aspetos:

  • Outsourcing, offshoring e insourcing de produção;
  • Maior exigência para entregas rápidas (inventários JIT, modelos comerciais on-demand);
  • Produtos complexos que existem fornecedores de vários níveis, aumentando as interdependências e a necessidade de coordenação;
  • Desastres naturais e eventos geopolíticos que afetam os fornecedores e cadeias de abastecimento;
  • Despesas de demanda e perda de clientes chave;
  • Aumento do risco cibernético;
  • Logística e atrasos nos portos;
  • Defeitos de fabricação e recalls;
  • Solvência do fornecedor;
  • Roubo e perda de carga.

Embora muitas destas questões sejam garantidas através de políticas de gestão de risco e transferidos para apólices de seguros tradicionais, muitas vezes existem lacunas dentro do programa de gestão de risco/controle, as quais devem ser devidamente analisadas e acauteladas para garantir um total conhecimento e controlo dos riscos da Cadeia de Distribuição.

Filipe Pimenta da Gama | Director Aon Portugal | Business Development

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