A Infraestruturas de Portugal (IP) lançou um concurso público internacional, com um preço-base de um milhão de euros, para aquisição de um bot de inteligência artificial de apoio à contratação pública.
No preâmbulo do concurso, a empresa pública presidida por Miguel Cruz (na foto) enquadra que o agente inteligente “exclusivamente um instrumento de apoio à análise e avaliação das propostas, não substituindo, em qualquer circunstância, as competências legalmente atribuídas ao júri do procedimento, nos termos do Código dos Contratos Públicos em vigor”
Nestes termos, o BIA – Bot de Inteligência Artificial para a Contratação Pública, como é designado no concurso, terá como funções automatizar a verificação documental de propostas, realizar a análise assistida das propostas, e a apoiar o júri na preparação dos relatórios de avaliação, assegurando rastreabilidade et transparência.
Deverá ser baseado em código aberto com disponibilização integral do respetivo código-fonte, nos termos de uma licença reconhecida internacionalmente, que permita a total utilização, estudo, modificação e reutilização pela entidade adjudicante e por terceiros, sem restrições de dependência tecnológica face ao adjudicatário.



