Depois do crescimento exponencial no período de pandemia, sobretudo durante os dois confinamentos decretados, a Garland Logistics registou entre 1 de novembro do ano passado e 21 de janeiro deste ano, 23.650 pedidos de expedições de comércio eletrónico. Neste período de promoções como Black Friday, Cyber Monday e saldos e de maior fluxo comercial por causa do Natal, estamos a falar segundo o operador logístico de um crescimento de 7% face a igual período de 2020/21, mantendo -se a empresa em rota de ascensão neste segmento.
Atualmente, a Garland dispõe de 22.400m2 dedicados exclusivamente a atividades de picking à peça, onde se inclui o e-commerce, distribuídos por Cascais, Aveiro, Vila Nova de Gaia e Maia. Com uma carteira de clientes, em que predominam marcas de moda, a empresa tem planos para expandir este negócio e vir a “tornar-se num dos principais players nacionais no desenvolvimento do mesmo”.
Em 2021, o número de expedições de e-commerce cresceu 60% face ao ano anterior. Em 2020 já se havia registado também um crescimento de 13% face a 2019. As atividades de picking à peça representaram em 2021 um peso de 26% na Garland Logistics e a empresa faturou com este negócio mais 17% que no ano anterior.
O objetivo para 2022 “é tornar o serviço ainda mais ágil, com menores tempos de preparação e maior flexibilidade nas entregas ao cliente final. O processamento eficiente das devoluções tem também uma importância crescente nesta atividade, em que se procura maximizar a satisfação dos clientes finais e mitigar os custos para o vendedor”, esclarece Ricardo Sousa Costa, membro do conselho de administração do Grupo Garland e CEO da Garland Logistics.


