A Central de Compras da Saúde, gerida pelos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) alcançou, em 2025, cerca de 2,5 mil milhões de euros em processos de aquisição, o que se traduz numa poupança de 99,5 milhões de euros, comparativamente às bases de licitação. Relativamente aos valores base dos procedimentos, trata-se de uma poupança de 3,9%.
2025 terminou com 70 acordos-quadro em vigor, instrumentos jurídicos que “permitem estabelecer condições de fornecimento competitivas e uniformes” para várias categorias de bens e serviços, bem como nove sistemas de aquisição dinâmicos (SAD), segundo informação oficial.
Além das poupanças transacionais, a compra agregada no SNS também evidencia poupanças procedimentais decorrentes da redução do custo e esforço administrativo das instituições, e no reforço das capacidades de negociação comuns entre as entidades aderentes.
A estratégia adotada pelo SPMS tem privilegiado a digitalização e transparência nos processos de aquisição da Central de Compras da Saúde, destacando ferramentas de monitorização como o Dashboard Interativo de Gestão e Monitorização de Compras da Saúde, que permite acompanhar, em tempo real, os dados de adjudicação e de poupança gerada.



