Tal como ocorreu no ano passado para as vacinas, os países da União Europeia juntam-se novamente para uma compra conjunta, replicando o modelo para medicamentos contra a COVID-19. O anúncio vem no seguimento dos resultados dos testes do novo comprimido anti-viral da Pfizer, que diz conseguir reduzir as hospitalizações e mortes dos pacientes de alto-risco em quase 90%.

Através da compra conjunta, no ano passado os países da União Europeia conseguiram atingir grandes poupanças e garantir o fornecimento de vacinas de forma percentual, face às respectivas populações e necessidades dos países. Ao mesmo tempo, evitou-se uma competição para o acesso às vacinas entre os estados-membros da UE, uma subida de preços e garantiu igualdade de acesso às vacinas tanto para os países mais pequenos como maiores, o que se espera que volte a acontecer com esta nova ronda.

Vários países da Europa estão a apertar as suas medidas de segurança no que toca a viagens devido à nova variante do Coronavírus, Omicron, como é o caso de Portugal, Itália e Irlanda.

Os contratos existentes com a UE definem que os fabricantes deverão actualizar as suas vacinas, caso seja necessário, e Ursula von der Leyen, a presidente da Comissão Europeia, sossegou recentemente a população, anunciando que as novas vacinas deverão estar prontas em Março ou Abril e que serão rapidamente aprovadas pela Agência Europeia de Medicamentos.

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