A concessionária das pontes Vasco da Gama e 25 de Abril, Lusoponte, implementou o ERP PRIMAVERA para gerir toda a componente logística, contabilística, financeira e de gestão dos cerca de 130 colaboradores. Este sistema permite à empresa a integração automática da informação dos seus outros sistemas e automatismos, sendo esta actualizada em tempo real, e como tal, mais ágil e mais eficiente.

Para além disso, gere ainda uma grande quantidade de informação, pois todos os dias passam nas pontes cerca de 170 mil viaturas em ambos os sentidos, um volume de dados que a empresa considera que seria “difícil de gerir sem apoio de uma tecnologia robusta”.

António Oliveira, director financeiro da Lusoponte, destaca que “a nossa gestão é complexa, envolve muitos meios de pagamento, muitos turnos e um elevadíssimo volume de informação. Com o ERP PRIMAVERA conseguimos integrar automaticamente os dados das portagens na contabilidade e aceder à informação de forma imediata. A flexibilidade do sistema permitiu uma adaptação total às necessidades de gestão da Lusoponte”. Segundo o responsável, a prova à capacidade de performance do sistema foi superada com distinção.

A empresa destaca as funcionalidades dos ERP PRIMAVERA Executive e Extensions para as suas operações.

Uma das vantagens que a empresa conseguiu com a implementação foi ao nível da extracção de mapas e de análises de gestão desenhadas à medida das suas necessidades de reporting, e com informação em tempo real. “A informação chega-nos de forma mais rápida e estruturada”, comenta o responsável, “sendo agora mais fácil analisar os dados, acompanhar a evolução do negócio e fazer o reporting”, uma área bastante exigente.

“É uma ferramenta de gestão muito útil porque facilmente consulto o que foi liquidado, o que está por liquidar, os movimentos, os extractos, enfim, é uma mais-valia para a gestão da tesouraria”, avança ainda Rui Rito, adjunto da direcção financeira e responsável de tesouraria.

Com este investimento a Lusoponte continua a sua caminhada na era digital com o objectivo de ser cada vez mais eficiente na gestão, mantendo a concessão das pontes até 2030.

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