A DPD prevê movimentar cerca de 2,8 milhões de encomendas na sua rede entre 24 de Novembro e 24 de Dezembro e está a ultimar várias medidas para responder com eficácia às necessidades dos clientes durante a “peak season”.

“A nossa expectativa é a de conseguirmos superar os resultados de 2020, que por si só já foram óptimos – crescemos 41% em Portugal desde o início da pandemia. Até ao momento, os resultados do primeiro semestre deste ano são bastante animadores, tendo a DPD crescido 21% face ao período homólogo. Assim, temos previsto a entrega de 2,8 milhões de encomendas, o que representa um crescimento de 20% face ao mesmo período em 2020”, refere Olivier Establet, CEO da DPD em Portugal

Por isso, são várias as medidas implementadas pela DPD para fazer face ao aumento de actividade, sendo de destacar particularmente a contratação de mais de 600 colaboradores, nas áreas da triagem e entrega de encomendas e no serviço a clientes, bem como a criação de duas bases de distribuição temporárias, localizadas em Alfena, concelho de Valongo, e em Sintra.

Sobre o aumento no volume de encomendas na peak season, Olivier Establet salienta que “de forma geral, tem-se vindo a assistir a um crescimento da adesão a soluções de entrega de encomendas, e o período entre a Black Friday e o Natal corresponde, inevitavelmente, a um período de pico de atividade relativamente a encomendas e-commerce. A esse factor, adiciona-se o impacto da pandemia – em especial os confinamentos – que veio acelerar aquele que era o processo de crescente adesão dos consumidores portugueses às compras eletrónicas, demonstrando, assim, as potencialidades do e-commerce em toda a jornada de consumo – desde a escolha dos produtos, pagamento, até ao processo de entrega de encomendas”.

Olivier Establet lembra que durante a pandemia, a quota do comércio electrónico nas vendas a retalho passou de 5% para 8% – uma subida superior ao que se tinha verificado no conjunto dos quatro anos anteriores, pelo que “sentimos a necessidade de nos prepararmos para enfrentar um maior número de encomendas nesta época, de forma mais acelerada, procurando garantir o menor impacto possível na qualidade de serviço que prestamos aos nossos clientes”, acrescenta o CEO da DPD Portugal.

No que diz respeito ao comportamento esperado nos diferentes segmentos, Olivier Establet explica que “o crescimento do B2C deve-se ao paralelo crescimento do consumo por comércio eletrónico a que temos vindo a assistir nos últimos anos e que foi intensificado com a pandemia. Antecipamos que o principal crescimento se centre neste segmento” e em termos de origens e destinos, o número 1 da DPD em Portugal diz-nos que “estes far-se-ão sentir principalmente em Espanha, França e Alemanha”.

Não obstante as medidas extraordinárias que estão a pôr em prática, para os destinatários particulares de encomendas o operador de transporte expresso continua a apostar e a contar com a sua rede Pickup, que já integra 700 lojas, assim como com os 60 lockers que já tem operacionais.

 

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