Duas novas empresas não resistiram à crise energética, a Avro Energy e a Green, somando-se assim sete empresas de energia que faliram em pouco mais de seis semanas. Desde o início do ano que já quase dois milhões de clientes tiveram de procurar um novo fornecedor e de pagar mais pelo gás e electricidade.

De acordo com o jornal The Guardian, o Governo britânico pretende taxar as energéticas, e o ministro dos Negócios e da Energia, Kwasi Kwarteng, alertou para a necessidade de se preparar para “preços elevados a longo prazo” e admite que vai considerar “todas as opções” para fazer face a esta crise.

A fonte avança ainda que os números tendem a piorar devido ao aumento dos preços do gás, que inviabilizam grande parte das empresas, e é possível que até ao final do Inverno o número de empresas reduza de 70 para cerca de 10.

Apesar das declarações do primeiro-ministro britânico, Kwasi Kwarteng disse aos deputados que o governo estava a considerar o plano espanhol, que consiste em taxar os geradores e comerciantes de energia que têm a ganhar com a crise energética enquanto as casas e os fornecedores de energia lutam. Esse tema já se encontra em discussão com o regulador de energia britânico.

Boris Johnson pondera ainda pagar aos maiores fornecedores de energia para ajudar a suportar os custos, mas não irá pagar aos que se encontrem em falência, revelou o ministro à fonte.

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