Após a pandemia ter feito disparar a venda de congelados, a Panidor tomou a decisão estratégica de vender pão e pastelaria ultracongelada directamente ao consumidor final. “Habitualmente vendidos para serem terminados no ponto de venda pelas insígnias, o ponto frio é um conceito pensado para oferecer conveniência ao comercializar produtos congelados, a serem terminados em casa pelo consumidor”, explica-nos Marta Casimiro, administradora e responsável de inovação da Panidor.

“A pandemia trouxe consigo profundas alterações de consumo, que levam as pessoas menos vezes aos supermercados. O ponto quente acaba por sentir esta alteração, uma vez que os produtos vendidos acabados de cozer têm também um prazo de consumo mais curto. Desta forma, os consumidores têm vindo a procurar produtos ultracongelados, de forma a terminar a sua confecção em casa e reduzir assim deslocações, desperdício, e permitir ter produtos frescos todos os dias, a qualquer hora”, afirma a responsável.

Desta forma, a produção da Panidor inclui uma cozedura inicial de 70% no caso da padaria, seguida de um processo de ultra-congelação que, segundo a administradora, permite manter a integridade e qualidade do produto. A restante cozedura do produto é realizada em casa tendo assim “o sabor, a textura e o aroma de um pão acabado de fazer”, refere Marta Casimiro, acrescentando que “o ultracongelado é claramente o novo fresco”.

Tendo em conta que todos os produtos da marca são ultracongelados, não foi necessário alterar ou ajustar a cadeia de frio ou de armazenamento para o novo modelo de negócio. A única alteração foi apenas no processo de embalamento “que teve de ser ajustado para ir ao encontro das necessidades dos consumidores”, salienta a responsável.

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