O Grupo Deutsche Post DHL está a acelerar o ritmo da descarbonização planeada da empresa e irá investir um total de 7 mil milhões de euros (Opex e Capex), nos próximos dez anos, em medidas para reduzir as suas emissões de CO2.

“Enquanto a maior empresa de logística do mundo, é nossa responsabilidade liderar o caminho e orientar a indústria logística para um futuro sustentável. Estamos a fazer do nosso Grupo uma empresa verde e a dar uma contribuição importante para o nosso planeta e para a sociedade”, afirmou Frank Appel, CEO do Grupo Deutsche Post DHL.

“A COVID-19 reforçou mais uma vez as principais tendências do nosso tempo: globalização, digitalização, comércio eletrónico e sustentabilidade – os quatro motores da nossa ‘Estratégia 2025’. Entre estes temas, a sustentabilidade é o desafio mais urgente. Com o nosso plano de sustentabilidade, estamos a intensificar os nossos esforços e a promover explicitamente os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas”, explicou Frank Appel.

Para o conseguir, o grupo vai investir cerca de 7 mil milhões de euros (Opex e Capex) em soluções logísticas neutras para o clima até 2030. Os custos incorridos até 2023 já foram englobados no plano de investimento, o qual foi comunicado a 9 de Março. Para distâncias curtas e entregas ao consumidor, continuam a impulsionar a electrificação da sua frota de veículos. Até 2030, 60% dos veículos de entrega ao consumidor serão movidos a eletricidade, pelo que haverá mais de 80.000 veículos elétricos na estrada. Em 2020, esse número era de apenas 18%.

Em rotas mais longas, especialmente no transporte aéreo, a propulsão elétrica não é uma alternativa para o futuro próximo. É por isso que o Grupo Deutsche Post DHL está a impulsionar o desenvolvimento e utilização de combustíveis produzidos a partir de energias renováveis: até 2030, pelo menos 30% das necessidades de combustível para a aviação serão cobertas por combustíveis sustentáveis. Além disso, o Grupo está a investir em imóveis amigos do ambiente (escritórios, centros de correio e encomendas e armazéns logísticos): todos os novos edifícios em construção serão neutros do ponto de vista climático.

“As alternativas limpas e sustentáveis de combustível são essenciais para uma logística neutra, do ponto de vista climático, num mundo globalizado. No transporte aéreo, em particular, poderiam ajudar a reduzir as emissões de CO2. É por isso que vamos participar ainda mais intensamente em iniciativas, reforçar o intercâmbio entre indústrias e desenvolver uma estratégia e normas globais. Uma coisa é certa: só unindo forças, em todos os países e sectores, conseguiremos um progresso verdadeiramente sustentável em todas as áreas”, salientou Frank Appel.

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