Aos poucos o mundo vai ultrapassando e recuperando do impacto sentido neste último ano pela pandemia, apesar de a ameaça ainda estar bastante presente. O próximo passo será precisamente essa recuperação e para ela todas as áreas de actuação da empresa terão o seu papel, mas algumas poderão ter um maior impacto.

A McKinsey partilhou no seu website um estudo que fez junto de aproximadamente 160 líderes de procurement, e onde partilhou cinco temas em que o procurement pode ajudar na recuperação pós-COVID-19:

 

– Reajustar os objectivos de cost-savings por categorias de base-zero e estratégias de criação de valor;
– Desbloquear novas oportunidades ao investir em parcerias de fornecimento e inovações conjuntas;
– Acelerar a captação de valor, alavancar a digitalização e spend analytics;
– Permitir modelos de trabalho remoto e transformando-o num modelo operacional pronto para o futuro;
– Ajudar os colaboradores a adaptarem-se aos novos modelos de trabalho, revigorando tanto as novas como as principais capacidades.

 

A recuperação irá ocorrer nos próximos meses, e enquanto esta se torna a prioridade de muitas organizações, a McKinsey aponta que os líderes de procurement podem ir-se preparando e questionando para avaliar o quão preparada a sua função se encontra para receber este “novo normal”:

– Estaremos a maximizar a criação de valor num mundo pós-COVID, tal como por exemplo através do reequilíbrio da cloud e das infra-estruturas locais de TI, renovando a pegada ambiental dos nossos escritórios e a acelerar a adopção de novas tecnologias de automação?

– Todas as categorias importantes estão totalmente adaptadas à mudança da dinâmica da procura e dos riscos da cadeia de abastecimento?

– Os canais de compras e processos estão a optimizar a experiência de utilizador, minimizando a fuga de valor e maximizando a performance dos fornecedores?

– Quanto mais valor poderíamos gerar na nossa parceria, tanto internamente para o negócio como externamente com os fornecedores?

– Onde é que investimentos adicionais nos processos, no digital, na informação, na organização, na governação, nas capacidades e na cultura poderiam ajudar o procurement a funcionar de forma mais eficiente e eficaz?

Nota: Leia esta informação mais detalhadamente em breve na nossa revista.
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