As primeiras remessas de vacinas contra a pandemia de COVID-19 chegaram ontem aos EUA, mas a sua distribuição por um país de tamanha dimensão traz consigo diversas dificuldades logísticas. Este primeiro transporte envolveu um A300 da FedEx e um Boeing 757 da UPS, duas das maiores empresas de logística mundial que se uniram para um bem comum: a saúde pública.

Face à situação, e à necessidade de priorizar as pessoas, Carol Tomé, CEO da UPS, comenta que “este é um momento como nenhum outro e exige uma grande organização que a UPS tem vindo a desenvolver em Logística de Saúde”, e como tal, estão a agir em parceria para o envio e distribuição da vacina da Pfizer e BioNTech, as primeiras que tiveram aprovação do governo norte-americano, um processo que envolveu meses de preparação.

Neste momento os voos e camiões que transportam estas vacinas estão a ter prioridade na circulação. Durante o transporte rodoviário os veículos serão escoltados e as caixas de transporte da vacina rastreadas através de dispositivos de localização.

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