Em Junho, a plataforma logística espanhola Plisan lançou os seus terrenos a leilão, procurando fazer concorrência aos terrenos portugueses a baixo preço. No entanto, após alguns meses, apenas três empresas compraram um total de perto de 70.000 metros quadrados, duas das quais prevêem instalar-se em 2020, e isto deve-se à competitividade das plataformas logísticas do Norte de Portugal.

Nas duas primeiras fases do processo de urbanização, planearam-se cerca de 400 mil metros quadrados de terreno, pelo que o comprado fora de pouco mais de 20% do total.

A maior das propostas veio da Shangai Kaichuang, dona da Albo, e a seguinte por parte da empresa de Vigo, Beta Implants, tendo estas solicitado adjudicação do direito de superfície de modo a facilitar o acesso a terras comerciais, pagando uma taxa anual reduzida e dando-lhes o acesso à propriedade do terreno, se assim o desejarem, no prazo de dez anos após a adjudicação. A terceira empresa interessada fora um posto de gasolina.

Embora a Plisan ofereça boas condições, as empresas parecem não resistir à oferta portuguesa. Existem nesta região 28 parques industriais em desenvolvimento, com 3 milhões de metros quadrados, a um preço médio de 10 euros por metro quadrado de solo industrial urbanizado, destacando-se Valença, que anunciou uma nova oferta com incentivos para captar empresas galegas.

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