“Nada é desperdiçado, tudo é valorizado” é uma das bases de economia circular presente na Amorim Cork Composites desde a sua fundação. Criada precisamente com o propósito de dar uma nova vida aos excedentes resultantes da produção de rolhas, a empresa tem vindo a apostar cada vez mais em novas gamas de produtos, passando assim a incorporar matérias-primas de outras áreas da indústria, como a do calçado, automóvel, desporto ou produção de estofos, que terminariam a sua vida num aterro sanitário.

Segundo a empresa, a aposta nestes novos materiais permitir-lhes-á desenvolver novos compósitos de cortiça, aliando-se à responsabilidade social de reutilizar e economizar os recursos naturais e gerar valor acrescentado ao negócio.

A criação da i.cork factory, a nova fábrica-piloto de inovação da Amorim, teve como objectivo a investigação e desenvolvimento de novos produtos que valorizem a cortiça, bem como testar e explorar a aplicação de tecnologias não industrializadas no sector.

“A maior aposta na área do procurement de matérias-primas”, segundo descreve a Amorim Cork Composites, explora diariamente oportunidades de incorporação de materiais provenientes da economia circular, de modo a conceber novos produtos de matérias-primas que não cortiça, promovendo simbioses industriais com outras empresas e criando novos artigos e tendências, mantendo sempre a cortiça como matéria-prima principal e distintiva.

Para além da fábrica, apostou também numa nova linha de trituração que permite trabalhar espumas de baixa densidade e aumentar a capacidade de trituração de matérias-primas que já o eram, como são o exemplo os PUR e EVA, materiais que irão incluir a nova linha de aglomeração que será lançada ainda este ano para produzir compósitos de cortiça com matérias-primas provenientes da economia circular.

“A Amorim Cork Composites pretende estar na linha da frente na criação de valor com base em materiais reciclados, inovando ao nível do produto, dos processos e da estratégia de marketing”, explica a empresa.

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