Uniformizar procedimentos dentro dos portos portugueses na liderança dos processos de digitalização portuária, possibilitando que na mesma plataforma todas as entidades envolvidas numa escala possam intervir, é a grande meta da Janela Única Logística (JUL), cujo segundo piloto foi apresentado na semana passada, no Porto de Sines.

O segundo piloto da JUL no Porto de Sines tem por objectivo alargar o conceito da Janela Única Portuária a toda a cadeia logística, “integrando os meios de transporte terrestres, rodovia e ferrovia, incluindo as ligações aos portos secos e plataformas logísticas, garantindo ainda aplicação para a ‘última milha’, numa lógica de total intermodalidade”, explica a Administração dos Porto de Sines e do Algarve (APS) em comunicado.

Durante a sessão, o presidente da APS salientou a importância deste investimento enquadrado nos objectivos definidos pelo Ministério do Mar no âmbito da Estratégia para o Aumento da Competitividade Portuária.

Com efeito, disse José Luís Cacho, “a JUL contribuirá para portos cada vez mais modernos e simplificados, e integrará toda a cadeia logística, oferecendo fiabilidade, celeridade, eficiência e elevados índices de conectividade no hinterland e no foreland”.

Já José Simão, director-geral da DGRM e coordenador nacional do projecto JUL, ressalvou a importância do decreto-lei, recentemente aprovado em Conselho de Ministros, que define as condições de funcionamento e acesso aplicáveis à JUL, designadamente quanto à sua governação, gestão e operação.

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