A Garland anunciou que adquiriu novas instalações em Aveiro para servir melhor a região centro do país, devido ao grande número de solicitações por parte dos clientes. Anteriormente, a Garland apenas fazia actividade transitária, pelo que só tinha um armazém de 700 m2 na região, sendo que agora decidiu acompanhar a procura e adquirir um centro logístico 20 vezes maior, de 14.000 m2, com capacidade para 21.000 paletes e 15 cais desnivelados.

Situadas próximo à zona industrial e à A25, as novas instalações da Garland em Aveiro funcionarão como um interface entre os Centros Logísticos da Maia e de Cascais, segundo revela o administrador do Grupo Garland, e responsável pela Garland Logística, Ricardo Sousa Costa: “esta plataforma é de importância estratégica para as operações da Garland já que, além de se encontrar próxima das principais zonas industriais da zona Centro do país, o que permite entregas e recolhas mais rápidas para importadores e exportadores, funciona como um interface entre os nossos Centros Logísticos da Maia e de Cascais”.

O responsável acrescenta ainda que “para o tecido empresarial desta região a presença forte de um operador logístico como a Garland permite que as empresas locais possam dispor de outro tipo de capacidade de resposta a necessidades de crescimento e de melhores níveis de serviço, aumentando assim a sua competitividade num mercado já por si extremamente dinâmico”.

Relativamente à razão para a aposta em Aveiro, Ricardo Sousa Costa comenta que este é “um concelho com um elevado potencial de crescimento económico, já que possui um tecido empresarial com elevado grau de modernização, apoiado por importantes infra-estruturas, como o porto marítimo ou a excelente rede viária, essenciais ao desenvolvimento da região”.

A empresa anuncia ainda que comprou também os terrenos anexos para poderem expandir a sua actividade em mais 10.000 m2, hipótese que a empresa se encontra a estudar por já se encontrar totalmente ocupada, movimentando cerca de 100.000 paletes por ano, que vão desde componentes e artigos de desporto a produtos para a construção e químicos não perigosos. Com esta abertura, o volume de negócios do grupo em Aveiro aumentou em 1,5 milhões de euros.

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