Mais uma vez encontramos o estado atual do país e do supply com a maior variabilidade jamais vista. Contamos com imprevisibilidade, volatilidade, perceção de falta de compromisso, absentismo e turnover históricos aliados a uma série de variáveis de imensa dificuldade para mensurar.

Mas como controlar o incontrolável? Como alcançar excelência operacional?

Na qualidade de responsável de consultoria de RH e entusiasta da metodologia Kaizen, penso que a alavancagem operacional se deve dar numa clara fusão entre pessoas e processos. Mantendo a pessoa, sempre, no centro do processo e suportada pela melhor tecnologia e processos ao dispor.

Para os mais ávidos defensores do estado atual e futuro das SCM (Supply Chain Management Tools), WMS (Warehouse Management System) e ERP (Enterprise Resource Planning) de topo, solicito uma breve interrupção da vossa visão.

Recordem-se, sempre, que as empresas são feitas de pessoas e interações.

Peço uma reflexão no sentido “back to basics”. Inovar ou fazer de uma forma inovadora, não significa fazer diferente, mas sim, fazer melhor, mais rápido e com maior rentabilidade (ou menor desperdício).

Recordo um dos mestres Taichi Ohno (Responsável Industrial da Toyota Motor Company fundador da metodologia Kaizen):

  • Todos somos custo. Primeiro temos como responsabilidade moral a procura pela redução de desperdícios.
  • O posto de trabalho é soberano. É muito provável que encontre respostas no posto de trabalho ou fluxo em análise.
  • Faça agora, não espere pela melhor ocasião, pode não acontecer tão cedo.
  • Uma vez iniciado o processo, não desista até terminar a resposta que procura.
  • Explique as coisas difíceis de uma forma simples e clara. Não se esqueça de repetir quantas vezes forem necessárias.
  • Não esconda os desperdícios, ao invés, torne-os visíveis.
  • Movimentos sem valor agregado são custo.
  • Todos somos donos e dignos de sabedoria. A questão está na potencialização da mesma aos nossos.

O melhor barómetro para o futuro passa pelo conhecimento histórico, pelo que os dias de hoje nos dizem que temos de ser inventivos e donos de uma ginástica mental constante.

Mas não foi sempre assim?

Lembrem-se sempre de colocar os vossos no centro das decisões.

Autoria: Tiago Baldaia, Business Manager de Outsourcing na Gi Group

Mais uma vez encontramos o estado atual do país e do supply com a maior variabilidade jamais vista. Contamos com imprevisibilidade, volatilidade, perceção de falta de compromisso, absentismo e turnover históricos aliados a uma série de variáveis de imensa dificuldade para mensurar.

Mas como controlar o incontrolável? Como alcançar excelência operacional?

Na qualidade de responsável de consultoria de RH e entusiasta da metodologia Kaizen, penso que a alavancagem operacional se deve dar numa clara fusão entre pessoas e processos. Mantendo a pessoa, sempre, no centro do processo e suportada pela melhor tecnologia e processos ao dispor.

Para os mais ávidos defensores do estado atual e futuro das SCM (Supply Chain Management Tools), WMS (Warehouse Management System) e ERP (Enterprise Resource Planning) de topo, solicito uma breve interrupção da vossa visão.

Recordem-se, sempre, que as empresas são feitas de pessoas e interações.

Peço uma reflexão no sentido “back to basics”. Inovar ou fazer de uma forma inovadora, não significa fazer diferente, mas sim, fazer melhor, mais rápido e com maior rentabilidade (ou menor desperdício).

Recordo um dos mestres Taichi Ohno (Responsável Industrial da Toyota Motor Company fundador da metodologia Kaizen):

  • Todos somos custo. Primeiro temos como responsabilidade moral a procura pela redução de desperdícios.
  • O posto de trabalho é soberano. É muito provável que encontre respostas no posto de trabalho ou fluxo em análise.
  • Faça agora, não espere pela melhor ocasião, pode não acontecer tão cedo.
  • Uma vez iniciado o processo, não desista até terminar a resposta que procura.
  • Explique as coisas difíceis de uma forma simples e clara. Não se esqueça de repetir quantas vezes forem necessárias.
  • Não esconda os desperdícios, ao invés, torne-os visíveis.
  • Movimentos sem valor agregado são custo.
  • Todos somos donos e dignos de sabedoria. A questão está na potencialização da mesma aos nossos.

O melhor barómetro para o futuro passa pelo conhecimento histórico, pelo que os dias de hoje nos dizem que temos de ser inventivos e donos de uma ginástica mental constante.

Mas não foi sempre assim?

Lembrem-se sempre de colocar os vossos no centro das decisões.

Autoria: Tiago Baldaia, Business Manager de Outsourcing na Gi Group